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Gasolina fica mais cara a partir de hoje com o segundo reajuste no ano

Gasolina fica mais cara a partir de hoje com o segundo reajuste no ano

Depois da disparada de 7,6% em 18 de janeiro, a gasolina terá novo aumento. De acordo com a Petrobras, a partir de hoje, o preço médio passa a ser de R$ 2,08, com reajuste de 5,05%, nas refinarias, uma alta de R$ 0,10 por litro.

O diesel também terá aumento: o avanço no preço médio é de R$ 0,09, com a alta de 4,4%, passando para R$ 2,12 nas refinarias. O reajuste, em menos de um mês, ocorre em meio às especulações de que os caminhoneiros podem iniciar uma greve no país em fevereiro.

A estatal ressaltou, em nota, que os preços da gasolina e do diesel vendidos na bomba dos postos revendedores é diferente do valor cobrado nas refinarias. Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos próprios postos revendedores de combustíveis.

Para Petrobras, os valores têm como referência os preços de paridade de importação e, dessa maneira, acompanham as variações do valor do produto no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo.

De acordo com Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), o aumento anunciado pela estatal nas refinarias está aquém do necessário, prejudicando a concorrência. Para a associação, o reajuste deveria ocorrer com mais intensidade, de R$ 0,34 no diesel e de R$ 0,2310 na gasolina.

No dia 29 de dezembro, após novo reajuste, o preço médio gasolina para as distribuidoras era R$ 1,84. Em 2020, a estatal promoveu 41 reajustes para a gasolina, dos quais 20 para cima e outros 21, para baixo. No diesel, foram 32 alterações, com 17 elevações e 15 reduções.

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  • Inscrições para o Sisu serão de 6 a 9 de abril

    As inscrições para o processo seletivo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), em seu primeiro semestre, ocorrerão de 6 a 9 de abril. O resultado será divulgado em 13 de abril, segundo informações do Ministério da Educação (MEC). As inscrições serão feitas pela página do Sisu na internet.

    Os selecionados terão de 14 a 19 de abril para efetuar a matrícula ou o registro acadêmico na instituição de ensino para a qual o candidato tenha sido selecionado. Quem não for selecionado na chamada única do Sisu poderá disputar uma das vagas ofertadas por meio da lista de espera. O prazo para manifestar interesse em participar da lista de espera será de 13 a 19 de abril.

    Para participar do Sisu, o estudante deverá ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), edição de 2020, obtido nota superior a zero na prova de redação, e não pode ter participado do Enem na condição de treineiro.

    O Sisu é o programa do MEC para acesso de brasileiros a cursos de graduação em universidades públicas do país. As vagas são abertas semestralmente, por meio de um sistema informatizado, e para participar é preciso ter garantido um bom desempenho nas provas do Enem e não ter zerado a redação.

    Além do Sisu, as notas do Enem podem ser usadas para acessar o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições privadas, e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que facilita o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior.

     

  • Inflação na RMS desacelera para 0,26% em janeiro

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)ficou em 0,26% na Região Metropolitana de Salvador (RMS) em janeiro, desacelerando de forma considerável em relação à taxa de dezembro (0,92%). Próximo da média nacional (0,25%), o resultado da RMS foi o menor para um mês de janeiro na RMS desde a criação do real, em 94.

    Nos 12 meses encerrados em janeiro, a inflação na RM Salvador acumula alta de 4,23%. Está abaixo dos 4,31% registrados nos 12 meses encerrados em dezembro e também menor que o índice acumulado no país como um todo (4,56%). O IPCA é o indicador oficial de inflação no país.

    Seis dos nove grupos de produtos e serviços que compõem o IPCA apresentaram alta no mês passado na Região Metropolitana de Salvador. Puxado por alimentação no domicílio, o grupo de alimentos e bebidas (1,08%) apresentou a maior alta e foi o que mais colaborou para puxar a inflação para cima na RMS.

    Transporte
    O grupo transportes (0,52%) teve o terceiro maior aumento percentual na RMS, mas foi o segundo mais relevante para puxar o IPCA para cima na região. Neste mesmo grupo, o transporte público (-5,10%) e a passagem aérea (-25,52%) seguraram a preção sobre os preços.

    Nos três grupos com queda média nos preços, o grupo habitação (-1,40%) teve a maior redução. Já o grupo comunicação (-0,28%) foi o segundo principal freio inflacionário no mês por conta da redução do valor do aparelho telefônico (-1,33%).

    Baixa renda
    Também em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) – que mede a inflação das famílias de baixa renda- ficou em 0,30% em janeiro, bem abaixo do 0,96% registrado em dezembro e próximo do índice de janeiro de 2020 (0,31%).

    O indicador ficou acima da média nacional (0,27%), sendo o 9º entre as 16 áreas pesquisadas. No acumulado nos 12 meses terminados em janeiro, o INPC ficou em 4,97% na RMS, abaixo da média nacional (5,53%) e levemente inferior ao encerramento do ano de 2020 (4,99% no acumulado até dezembro).

  • Petrobras anuncia novos preços para gasolina, diesel e gás de cozinha

    Em linha com a alta do preço do petróleo no mercado internacional, a Petrobras anunciou nesta segunda-feira, 8, mais um aumento para seus produtos, que vigoram a partir da terça-feira, 9, nas refinarias da empresa. O diesel vai subir R$ 0,13 por litro, para R$ 2,24 por litro; a gasolina passará a custar R$ 2,25 por litro, refletindo aumento médio de R$ 0,17 por litro, e o gás de cozinha terá aumento de médio de R$ 0,14 por kg (equivalente a R$ 1,81 por 13kg).

    O petróleo tipo Brent opera em alta nesta segunda-feira, chegando a tocar os US$ 60 o barril, dando prosseguimento ao otimismo da semana passada, diante de perspectivas de melhora da economia com a reabertura de alguns mercados e estímulos do governo norte-americano.

    "Importante ressaltar que os valores praticados nas refinarias pela Petrobras são diferentes dos percebidos pelo consumidor final no varejo. Até chegar ao consumidor, são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, no caso da gasolina e do diesel, além dos custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores de combustíveis", informou a Petrobras, estatal que está sob pressão diante da necessidade de aumentar seus produtos ao mesmo tempo em que existe ameaça de greve dos caminhoneiros pela alta do diesel.

    Na sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro acenou com a possibilidade de mudar a forma de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pelos Estados para amenizar a alta dos combustíveis, que também tem sido motivo de aumento de inflação, levando o mercado a prever uma possível alta na taxa de juros.

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