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Camaçari: 12 escolas da rede pública municipal passam a contar com café da manhã

Camaçari: 12 escolas da rede pública municipal passam a contar com café da manhã

Mais 10 escolas da rede pública municipal de Camaçari foram incluídas na oferta do café da manhã, desde o lançamento da iniciativa nos Centros Integrados de Educação Infantil (Cieis) Caminho do Mar e Pomar Encantado, no dia 19 de abril.

A Secretaria da Educação (Seduc) afirma que cinco escolas iniciaram a oferta do desjejum esta semana, totalizando 12 unidades até o momento, na sede, orla e zona rural.

As adesões mais recentes ocorreram na quarta-feira (11), nas escolas municipais Profª. Laurita Souza Ribeiro, Denise Tavares, Sucupira e Conceição de Maria, além do Ciei Nova Vitória. Isso representa outros 775 alunos com mais uma refeição diária. Ao todo, cerca de 1.500 estudantes da rede já contam com o desjejum, e a previsão da Seduc é que a cada semana mais escolas sejam incluídas, até que a ampliação contemple todas as unidades de ensino públicas municipais.

“Vamos continuar acompanhando essa oferta progressiva de perto, para garantir que, em breve, todos os estudantes da rede, nas escolas municipais da costa, sede e zona rural, tenham acesso à refeição adicional. Essa é uma ação de natureza social com desdobramentos pedagógicos, pois um aluno bem alimentado aprende melhor”, afirmou a secretária da Educação, Neurilene Martins.

O cardápio é diversificado e predominantemente formado por itens da agricultura familiar, como aipim, banana-da-terra, ovos e frutas diversas. Além disso, a equipe de cozinheiras e nutricionistas foi reforçada e vem implementando nas escolas programas de educação nutricional, levando em consideração a realidade de cada instituição.

A professora Gisele Valadares afirma que já percebe mudanças positivas. “É uma ação de grande valia, sobretudo esse acompanhamento nutricional. Isso possibilita também a utilização da alimentação no nosso conteúdo didático, através dessa interação das nutricionistas com o pedagógico da escola”, contou.

“É o primeiro ano que ele está estudando e fico muito feliz vendo que essa escola tem toda uma preocupação com a alimentação dos alunos. Ele está gostando muito, está se alimentando direitinho e isso é muito bom”, avaliou Gleice Almeida, 37 anos, moradora da Nova Vitória e mãe de um aluno do Ciei Nova Vitória. A unidade oferta ensino integral a cerca de 40 crianças.

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    ÓTICAS DESIGN
    “Quero lhe dizer que nós teremos a possibilidade de governar com Lula, e naturalmente nós teremos outras possibilidades de incentivos fiscais, como nós temos aqui em Camaçari o Cimatec de estimulação, de formação de mão de obra qualificada, de ciência, de tecnologia e de inovação. Então, é esse o projeto da gente, e eu também sei que alguns municípios desses aqui não são só urbanos. Tem também a agricultura, e eu conheço muito bem isso. Então, nós queremos montar um plano de governo que a gente possa garantir que as pessoas que moram nesse território possam ser estimuladas a ter seu emprego, sua carteira, a partir de busca de empresas, mas também fomentando a indústria local”, reforçou.

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    Jerônimo Rodrigues afirmou que as temáticas apresentadas nos encontros da RMS serão levadas para a plenária em Salvador. “É um esquente para o PGP que vai acontecer em Salvador. Nós já estamos provocando para que municípios, cada um apresente quais são as suas ideias de geração de renda”, disse.

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    Enquanto durar a operação, a Bahia Norte orienta que os motoristas sigam pela Rua Eteno, dentro do Polo Petroquímico ou utilizem a BA-093. A Polícia Militar Rodoviária (PMRV) também está no local, monitorando a operação.

  • Secretaria de Educação inicia oferta de Oficina de Libras nas escolas municipais onde há alunos surdos

    Garantir a inclusão social através da extensão da oferta do ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para todos os alunos das turmas onde há estudantes surdos. Foi com esse objetivo que a Secretaria da Educação (Seduc), por meio da Coordenação de Inclusão Educacional, iniciou nesta quarta-feira (18/5), a Oficina “Libra em Sala”.

    De acordo com a secretária da Educação, Neurilene Martins, a concepção de ações dessa natureza parte da percepção das necessidades reais dos alunos da rede. “A educação é para todos, como estabelece a Constituição Federal. A Oficina Libras em Sala existe nessa perspectiva e, por isso, passa a compor o conjunto de iniciativas exitosas concebidas pela inteligência da rede, no sentido de garantir a inclusão efetiva dos nossos alunos”.

    A primeira unidade contemplada foi a Escola Municipal Santa Maria, mais especificamente a turma do 4º ano, da qual a estudante surda Angélica Bastos, de 12 anos, faz parte. Com a intermediação da professora Roseli Cruz, que ministra a oficina, a aluna manifestou sua alegria em ver a turma mobilizada para aprender Libras e interagir melhor com ela. “Estou gostando de aprender cada vez mais a Língua Brasileira de Sinais e muito feliz porque meus colegas vão aprender também”, disse Angélica.

    Uma das colegas mais próximas de Angélica é a aluna Samilly Suelen Silva, 10 anos. “Eu ainda não sei muito de Libras, mas a gente já consegue se entender. Agora só vai melhorar. Ela é legal, engraçada e muito importante pra mim”, descreveu. O sentimento de união é compartilhado com os demais estudantes, como demonstra o aluno Breno Silva, 9 anos. “É uma experiência muito importante, além de ser um aprendizado muito útil. Todos nós sempre protegemos e cuidamos da nossa colega Angélica”, afirmou.

    Roseli Cruz explica que essa é a estreia de uma iniciativa que será contínua e estendida progressivamente para as demais turmas onde há estudantes surdos em todas as escolas da rede pública municipal. “Já definimos a data e o local da próxima oficina. No dia 31 de maio, estaremos com uma turma do 8º ano da Escola Municipal Denise Tavares”, revelou.

    A professora também conduz as visitas técnicas para diagnóstico de aprendizagem nas escolas e encaminha os alunos surdos tanto para o Centro de Referência à Inclusão Escolar (Crie), onde aprendem e aperfeiçoam o uso da Libras com a professora Izabel Vasconcelos, quanto para a sala multifuncional da Escola Municipal Professora Ilda Leal Ulm da Silva – Caic, onde há o ensino de português como segunda língua para os surdos, com aulas conduzidas pela professora de Português e Libras, Gessivalda Costa.

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